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![]() INTROSPECÇÃO No lusco-fusco, insetos bailam Prenuncio da noite de verão. Regato murmurando, cantigas de adoração. Dobram os sinos na capela, Insinuando o momento da oração. A mente em contrição Implora a Deus o perdão... Atos, desmandos, omissão, deixam o corpo alquebrado. Deus eu sou uma negação... Não mereço viver, nem imploro o perdão. Só rogo com humildade, se eu tiver que renascer seja com, conscientização... Nadir A. D’Onofrio 08/10/2005 Santos /SP Respeite Direitos Autorais Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 13/03/2006
Alterado em 29/07/2020 Comentários
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